O texto não é novo e mais uma vez circulou mais que carrocel nas redes sociais!
Mesmo assim, acho muito oportuno trazê-lo para a CIA de Mulheres!!
Afinal de contas, a maternidade exige - por necessidade e por prazer - dedicação, diversidade de tarefas, compromisso, responsabilidade, motivação mais que qualquer outra profissão que se possa imaginar!
E ser mãe é ser um monte de coisa junto: mulher, cuidadora, médica, fada, contadora de histórias, professora, educadora, psicóloga, nutricionista, malabarista, cozinheira, faxineira, passadeira, confidente, amiga, cúmplice, companheira... E tudo isso sem ter tempo para descanso!!
Mas o mais engraçado é que todo o trabalho, a dedicação, as insônias, o desapego (às facilidades da vida antes da maternidade), a entrega não são nem de longe o mais importante fator!! O amor, esse sim, é o item principal que faz tudo isso valer a pena!! Só se consegue entregar sua vida em função de outra porque existe amor!!
Obrigada a todas as mamães por amarem seus filhos sem medida! E parabéns pela sabedoria e pelo exercício da mais bela profissão que possa existir!!
FELIZ DIA DAS MÃES!!!
A seguir, o texto na íntegra (desconheço o autor) e um vídeo muito bacana que tem tuuuuudo a ver como nossa conversa de hoje!!
PARABÉNS, MAMÃES!!
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Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.
– O que eu pergunto é se tem algum trabalho, insistiu o funcionário.
– Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana. Sou mãe, disse.
– Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
– Qual é a sua ocupação, perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
– Sou Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, falei à funcionária.
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
– Posso perguntar disse-me ela com novo interesse: o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
– Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 5. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!
Maternidade… Que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas doutora-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas, as bisavós doutora-executiva-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas e as tias doutora-assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, doutoras na arte de fazer a vida melhor!




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