segunda-feira, 18 de maio de 2015

Lugar de mulher é na cozinha?





As mulheres vêm conquistando, gradativamente, desde a Revolução Industrial, espaço na vida pública e na política, e mesmo após a Revolução Feminista dos anos 70, que foi um movimento forte e que trouxe novos paradigmas para a vida feminina, ainda se deparam com estereótipos que as desrespeitam e desqualificam-nas como um ser humano capaz de criar e construir sua identidade.
A “célebre” e polêmica frase “lugar de mulher é na cozinha” é um exemplo dos muitos estereótipos e clichês machistas que ainda ouvimos em pleno ano de 2015, quase cinquenta anos após o movimento feminista.
E se fôssemos responder à pergunta, “lugar de mulher é na cozinha?”, com base numa pesquisa do Instituto Avon, em 2013, a resposta seria siiiiiiimm!!!! Pois, segundo a mesma, 89% dos homens acham absurdo que a mulher não mantenha a casa em ordem; quase metade dos homens entende que sexo é coisa de homem - mulher não sente necessidade disso!; 69% dos homens acham inaceitável que uma mulher saia de casa sem o marido; se ficarmos bêbadas, então, 85% dos homens nos reprovam-Não é o comportamento de uma dama; e 1 a cada 2 homens vigiam o que vestimos-Nada de sair por aí com roupas justas ou decotadas.

Esses dados vergonhosos só vieram comprovar e validar a realidade de como estamos atrasados nos estereótipos de gênero, quando ainda existe uma grande maioria dos homens brasileiros que se encontram naquela velha história de que há “coisas de homem” e “coisas de mulher”.
E a cozinha é lugar da mulher somente quando o ambiente é doméstico, pois quando o trabalho com as panelas se torna uma carreira promissora como chefe, as colheres e os temperos rapidamente deixam de ser “coisa de mulher”. Isso por que nas cozinhas profissionais existem muito mais homens que mulheres. Além de, segundo a Revista Forum, em reportagem no mês abril do corrente ano, no âmbito profissional os homens recebem mais destaque e respeito dentro das cozinhas, e as mulheres que trabalham como chefes enfrentam uma série de preconceitos cotidianos e precisam lutar para conquistar o mesmo espaço que os chefes do gênero masculino têm garantidos. Isso, sem ressaltar as diferenças salariais.
Pode parecer irônico, mas, para quem é machista, nem toda cozinha é lugar de mulher.
E pra você, lugar de mulher é ___________________________________________________.

Deixe aqui sua opinião! E venha discuti-la conosco em nossa RODA DE CONVERSA PARA ELAS. Dia 23/05, às 09 horas no Parque Flamboyant. Inscrições CLIQUE AQUI


sábado, 16 de maio de 2015

fdvxc

Ciência comprova que igualdade de gênero existiu na pré-história!!!


Um estudo científico da University College London publicado ontem na revista Nature mostra que no período paleolítico, homens e mulheres tinham o mesmo poder de decisão sobre o grupo ao qual pertenciam. A desigualdade de gênero surgiu somente com o advento da agricultura.

 



Para os cientistas, a igualdade entre os sexos pode ser um dos importantes fatores que nos diferencia dos nossos parentes primatas, pois os chimpanzés vivem em sociedades bastante agressivas, dominadas pelos machos e com hierarquias rígidas.


Então, parabéns para todas nós, que exercemos esse poder com excelência e que podemos ocupar todos os espaços, apesar de ainda nos depararmos com os estereótipos e preconceitos da sociedade atual.



E é sobre isso que vamos conversar no próximo sábado, 23, no Parque Flamboyant!! 





Até sábado que vem!
Abraços!!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

14 de maio - Dia da Conscientização sobre 

Apraxia de Fala Infantil


Hoje é dia da Conscientização da Apraxia de Fala Infantil. Um assunto pouco conhecido e que, por isso mesmo, pode trazer uma séria de dificuldade para muitas crianças. O distúrbio tem tratamento, mas precisa de uma equipe importante para bons resultados, a começar com o envolvimento e participação da família na motivação, estímulo e mudanças de comportamentos que facilitem o processo de desenvolvimento da fala das crianças diagnosticadas. 

Para maiores detalhes, o texto da Dra. Elisabete Giusti, trazido na íntegra do site dela: http://www.atrasonafala.com.br/apraxia-de-fala-na-infancia-o-que-e-isso.html


Apraxia de Fala na Infância – O que é isso?


É um distúrbio motor da fala, caracterizado pela dificuldade de programação e planejamento das seqüências dos movimentos motores da fala, resultando em erros de produção dos sons (Hall, 2007). 

Quais as manifestações clínicas? Quais as dificuldades apresentadas pelas crianças com Apraxia?
- Bebês são considerados “quietos”; vocalizam e balbuciam pouco;
- Repertório limitado de vogais (dificuldade em produzir as vogais) e de consoantes;
- Variabilidade de erros (a criança pode apresentar diferentes “trocas na fala”). Fala de difícil compreensão;
- Maior número de erros quanto maior a complexidade silábica ou discursiva (quanto mais extensa a palavra, maior será a dificuldade);
- Instabilidade na produção da fala (tem dia que a fala está pior, ou melhor);
- Alteração prosódica (melodia da fala é diferente/”estranha”). Fala pode ser monótona;
- Déficits no tempo de duração dos fonemas, pausas (podem apresentar prolongamentos, hesitações). “Lentidão” para falar.
- Procura do ponto articulatório (a criança fica procurando o ponto articulatório, por exemplo, ao falar “pato”, pode falar “bato” “cato” “lato”…até chegar no “pato”.
- Pobre inventário fonético: pobre domínio dos sons da fala. Os pais têm a impressão de que a criança não sabe o que fazer com a boca, parece desconhecer os movimentos necessários para a fala (não movimenta adequadamente a língua);
- Atraso no aparecimento das primeiras palavras (os pais relatam que demorou a começar a falar);
- Alterações em outros aspectos da linguagem oral (como por exemplo, vocabulário pobre, dificuldade para produzir frases mais elaboradas, para relatar fatos, etc);
- Pode apresentar além da dificuldade motora na fala, outras dificuldades, como na coordenação motora fina, para se alimentar, mastigar, se vestir, para andar de bicicleta (os pais podem perceber uma inabilidade motora geral).




Existem diferentes terminologias que são utilizadas para Apraxia de Fala, tais como:Apraxia Desenvolvimental de Fala;
Apraxia Articulatória;
Dispraxia Verbal;
Dispraxia Articulatória Desenvolvimental;
Apraxia Verbal da Infância;
Apraxia Verbal Desenvolvimental;
Síndrome do Déficit de Programação Fonológica, etc

No entanto, a Associação Americana de Fonoaudiologia (American Speech-Language-Hearing Association (ASHA, Ad Hoc Committee on Apraxia of Speech in Children) recomenda que o termo: Apraxia de Fala na Infância. 


Como é feito o diagnóstico?

A Apraxia é considerada uma desordem da fala, da comunicação e, portanto, o profissional qualificado para dar este diagnóstico é o Fonoaudiólogo, com experiência nesta área. Pode ser necessário também o encaminhamento para outros profissionais, como Terapeutas Ocupacionais, Psicólogos, Neuropediatras, etc.
Deve ser realizada uma avaliação minuciosa de todos os aspectos da fala, da linguagem e da motricidade oral da criança, incluindo as habilidades práxicas. Existem dificuldades que são específicas do quadro, mas podem variar de criança para criança e até na mesma criança, com o avanço da idade. O contexto educacional e familiar no qual a criança está inserida também deve ser analisado.

Com que idade o diagnóstico de Apraxia de Fala pode ser feito? 
Muitas vezes, não é possível diagnosticar uma criança com menos de dois anos de idade, porque ainda não conseguirá compreender as instruções específicas para cumprir as tarefas essencias para o diagnóstico. Entre dois e três anos, podemos suspeitar do quadro e indicar alguns meses de terapia diagnóstica para a confirmação do diagnóstico. A intervenção precoce é muito importante para se obter resultados mais significativos. Os pais preocupados com o desenvolvimento da fala e da linguagem devem sempre procurar ajuda.

Por que falar é tão difícil para estas crianças? 
O ato da fala é altamente sofisticado. É um processo cerebral que envolve músculos da boca, da face, da língua, do palato, faringe. O controle motor da fala é complexo e depende de mecanismos cerebrais específicos e acredita-se que nos quadros de Apraxia, estes mecanismos não conseguem se integrar, gerando falhas no processamento, no planejamento e na execução da fala. Crianças com apraxia têm consciência de suas dificuldades, “tentam falar corretamente, mas não conseguem”.

E o tratamento? 
Crianças com Apraxia necessitam de atendimento terapêutico individual. Os resultados e progressos podem ser obtidos a longo-prazo. Com a terapia pode haver uma melhora das habilidades comunicativas, mas outros fatores, como a gravidade do quadro e a idade da criança também devem ser considerados. Também deve ser feito um trabalho com a família (Programa de suporte e orientação aos pais) e com a escola (os professores necessitam de orientações). A Apraxia de fala pode acarretar dificuldades que irão persistir na idade adulta.

Se uma criança não tiver progresso significativo, apesar de estar em terapia fonoaudiológica, considerar:

1. O diagnóstico está correto?
2. A freqüência de atendimento está adequada?
3. O planejamento terapêutico está adequado?
4. A relação terapeuta-paciente é adequada?
5. O ambiente terapêutico e estratégias terapêuticas são motivadoras? Interessantes?
6. Outros aspectos estão interferindo na evolução da criança?
A parceria com a família deve ser considerada uma extensão do tratamento. Os pais devem observar a terapia e devem receber orientações de como ajudar em casa.

Maiores informações, acessar: http://www.apraxia-kids.org/ . (Site americano, para pais e profissionais sobre Apraxia de Fala). Infelizmente no Brasil, não temos serviços deste tipo, disponíveis.

Texto elaborado por: Dra. Elisabete Giusti   www.atrasonafala.com.br

Referência Consultada: Hall, P.K; Jordan, L.S.; Robin, D.A. Developmental Apraxia of Speech. Theory and clinical practice. Second Edition.Pro-ed, 2007.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

RODA DE CONVERSA PARA ELAS

A mulher moderna e os antigos estereótipos: como você desata esses nós?


Lugar de mulher é na cozinha? Mulher no volante, perigo constante? Mulher gosta mesmo é de dinheiro?

Já ouviu algo do tipo? Já parou para pensar nesses e tantos outros estereótipos que generalizam e classificam as mulheres como sendo "todas iguais"! E, quase sempre, essa classificação sólida, engessada sobre nós nos "nivela por baixo"!
  
O fato é que estereótipos estão tão impregnados em nosso cotidiano que muitas vezes nem percebemos o quanto eles podem nos limitar, nos amarrar a inverdades. 
Toda loira é burra? Mulher só sabe pilotar fogão? Mulher cura sua depressão é com cartão de crédito?

Já parou para pensar nessas perguntas? Como você reage a elas? O quanto essas inverdades te incomodam, te limitam?


                                                                                               Pré - inscrições CLIQUE AQUI





Venha construir com a CIA de Mulheres respostas da mulher moderna para estes e tantos outros estereótipos!! Desate os nós do preconceito.

Roda de Conversa para Elas - A Mulher moderna e os antigos estereótipos: como você desata esses nós?
Dia 23/05, sábado
Horário: das 09 horas às 12 horas, 
Local: Parque Flamboyant
Investimento: R$ 50,00
Facilitadoras:
      Ana Paula Leite - psicopedagoga e mediadora
      Thayssa Moiana - psicóloga e coach


                                                                                               Pré - inscrições CLIQUE AQUI


Um grande abraço e até lá!!!

sábado, 9 de maio de 2015

Mãe profissa!!



O texto não é novo e mais uma vez circulou mais que carrocel nas redes sociais!
Mesmo assim, acho muito oportuno trazê-lo para a CIA de Mulheres!! 
Afinal de contas, a maternidade exige - por necessidade e por prazer - dedicação, diversidade de tarefas, compromisso, responsabilidade, motivação mais que qualquer outra profissão que se possa imaginar!


E ser mãe é ser um monte de coisa junto: mulher, cuidadora, médica, fada, contadora de histórias, professora, educadora, psicóloga, nutricionista, malabarista, cozinheira, faxineira, passadeira, confidente, amiga, cúmplice, companheira... E tudo isso sem ter tempo para descanso!!

Mas o mais engraçado é que todo o trabalho, a dedicação, as insônias, o desapego (às facilidades da vida antes da maternidade), a entrega não são nem de longe o mais importante fator!! O amor, esse sim, é o item principal que faz tudo isso valer a pena!! Só se consegue entregar sua vida em função de outra porque existe amor!!

Obrigada a todas as mamães por amarem seus filhos sem medida! E parabéns pela sabedoria e pelo exercício da mais bela profissão que possa existir!!
FELIZ DIA DAS MÃES!!!

A seguir, o texto na íntegra (desconheço o autor) e um vídeo muito bacana que tem tuuuuudo a ver como nossa conversa de hoje!!

PARABÉNS, MAMÃES!!
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 Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber  como se classificar.
– O que eu pergunto é se tem algum trabalho, insistiu o funcionário.
– Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana. Sou mãe, disse.
– Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
– Qual é a sua ocupação, perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
– Sou Doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, falei à funcionária.
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.


– Posso perguntar disse-me ela com novo interesse: o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
– Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 5. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!
Maternidade… Que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas doutora-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas, as bisavós doutora-executiva-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas e as tias doutora-assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, doutoras na arte de fazer a vida melhor!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

SEGUNDA VERMELHA!!

Já ouviu falar?



Segunda Vermelha
Campanha 2015! 
Criada em 2000, a Campanha Segunda Vermelha (em inglês “Menstrual Monday"), surgiu com o foco da valorização da saúde reprodutiva da mulher e na aceitação de sua menstruação. Celebrada anualmente na primeira segunda-feira do mês de maio, o movimento hoje convoca a mulher contemporânea a assumir ativamente sua própria vida e seus papéis, redescobrindo e dividindo com outras mulheres sua experiência e essência, empoderando-se e tornando-se uma forte agente de mudança de si, de seu meio social e do Planeta. O movimento tem como mote o dia das mães e procura discutir os espaços da maternidade e feminilidade na vida da mulher moderna.


Comemorada na segunda feira que antecede o dia das mães, a Segunda Vermelha se contrapõe ao manifesto feminista da década de 70 e procura trazer de volta a mulher em sua integridade.
No mundo todo, manifestos podem ser vistos para marcar a segunda vermelha: encontro com amigas, workshops, seminários, postagens virtuais, roupas, acessórios e batom vermelho se destacam na busca de despertar a mulher para sua feminilidade.
E você, o que vai fazer hoje para marcar a sua segunda vermelha? Conte pra gente!!


domingo, 3 de maio de 2015

E aí, se identifica?

A alta e auto exigência da mulher contemporânea!


O assunto de hoje vem motivado pelo tema de nosso Workshop: MULHER MARAVILHA - Temos que ser "super" para sermos maravilhosas?
A mulher vem sempre conquistando novos espaços, mais direitos e mais responsabilidades. Especialmente depois do manifesto feminista dos anos 70, nós conseguimos vitórias fundamentais para nosso respeito, igualdade e liberdade. Isso é fato!

A outra face da moeda é que nos preocupa. Hoje, nós mulheres assumimos vários papéis. E não basta serem muitos; devemos executá-los com perfeição, sempre com rendimento acima da média. A mulher moderna deve ser esposa, mãe, profissional, dona de casa, amiga e ainda bonita, inteligente, sexy (sem ser vulgar!), romântica, decidida, empreendedora, líder, fazer artesanato, praticar esportes, e andar de salto alto como estivesse em uma passarela. Desafiador, não? 
É muita cobrança, interna e externa!! 

 O estilho de vida da mulher contemporânea aponta para questionamentos do tipo: quantas jornadas de trabalho você tem: duas, três ou quatro? Como administra seu tempo para si mesma? O que tem feito do seu tempo livre? Como gerencia seus papéis? Como você lida com a frustração? E com a cobrança?

Pare e pense um pouco! Como você está se valorizando? O que tem feito para cuidar de si mesma? Quais prioridades você elencou nesse momento de vida? Como você quer viver sua vida? O que pode fazer na prática para isso aconteça?

São muitas e muitas perguntas! Mas todas elas essenciais para chamarmos à consciência a relação entre o tipo de vida que estamos levando e o tipo de vida que queremos ter. Pense nisso!! Esse vídeo resume bem o assunto:



E venha pensar conosco!! Juntas, podemos mais!! 
Nosso workshop propõe um espaço de reflexão e escuta para a mulher moderna, valorizando-a em sua essência e em suas conquistas!!
WORSHOP MULHER MARAVILHA
Dia 06/05, às 19:30h
Local: Praza Inn Hotéis. Setor Oeste, Goiânia-GO
Investimento: R$80,00

Facilitadoras; Ana Paula Vilela e Thayssa Moiana